“Abaixo de Deus, meu filho estava entregue aos médicos, que o atenderam na velocidade da luz. Se não fosse isso, eu nem estaria de pé para contar a história”, afirmou a cantora.
Ao lado do marido, Márcio, e dos médicos diretores do hospital, Claudia disse que se considera “supermãe”, mas se penalizou: “Cheguei a me sentir culpada. Foi um pensamento que passou rápido. Todos somos vulneráveis. Qualquer filho pode passar por isso”. A cantora disse que não vai alterar sua rotina e continuará viajando com o bebê. “Não abro mão de amamentar e levar Davi para todo canto. Ele não adoeceu por isso”, afirmou. “Nunca o levei a show, camarim ou trio elétrico”, disse.
O médico Arnaldo Prata, coordenador da pediatria do hospital, disse que o contágio não ocorre pelo ar, mas através de “gotículas”, na respiração e contato com pessoas próximas, como parentes. Ele negou que viagens e ambientes com muita gente favoreçam a doença. O diretor médico Antonio Carlos Moraes acrescentou: “Encontramos um bebê bem cuidado, protegido e amado. A doença foi uma fatalidade”.